quarta-feira, 23 de novembro de 2011

PLATAFORMAS VIBRATÓRIAS NA DOENÇA DE PARKINSON

A Plataforma Vibratória está a revolucionar o mundo do fitness e da reabilitição de pessoas com Doença de Parkinson pois permite obter bons resultados na melhoria da coordenação motora, na postura, no equilibrio, na deambulação e desenvoltura com que se movem na rigidez muscular e tremores.

A doença de Parkinson já conta com um longo historial enquanto doença no qual se sabe que afeta os neurônios responsáveis pela produção da dopamina e consequentemente manifestam-se por vários sintomas entre os quais: rigidez muscular, alterações do equilibrio e da capacidade em deambular são os mais frequentes.

Atualmente a doença de Parkinson  pode ser minimizada recorrendo a medicamento e a fisioterapia. Nestes casos o doente deve manter uma vida  ativa onde a  atividade física seja uma constante.

No entanto surgem tempos em que devido ao avanço da doença, diminui a capacidade física de certas zonas do corpo com perda de força e diminuição da mobilidade articular.

Neste campo as plataformas vibratórias desde que usadas com supervisão e com exercícios específicos exercem um estímulo sobre os músculos levando a diminuição de alguns sintomas típicos da doença como a rigidez dos músculos e tremores involuntários.

Graças aos exercicios com as plataformas vibratórias é possivel exercitar apenas os membros inferiores sem sobrecarregar o resto do corpo.

quarta-feira, 21 de setembro de 2011

PLATAFORMAS VIBRATÓRIAS


Em Londrina, você encontra aulas na Plataforma Vibratória na Academia Gustavo Borges, localizada na Rua Julio Estrela Moreira, 860 ( Zerão ).

Não perca tempo! Marque sua aula experimental e venha conhecer esse novo método de condicionamento físico e definição muscular!

Venha Vibrar com a gente!!!

sexta-feira, 16 de setembro de 2011

Afinal, qual exercício que mais emagrece?

Toda atividade física queima mais calorias do que os níveis gastos em repouso, mas a quantidade de calorias depende da modalidade escolhida. Entretanto, para entender melhor como quantificar o gasto calórico nos exercícios, precisamos conhecer alguns fatores que têm influência direta neste processo.  São eles: idade, sexo, nível de condicionamento físico (sedentário, moderadamente ativo ou intensamente ativo), peso corporal, tempo em cada sessão de exercício, intensidade na realização do exercício, temperatura ambiente, entre outros.

“Mais importante que determinar qual atividade física que gasta mais calorias, é escolher o exercício de sua preferência e quantas vezes irá praticar na semana, ou seja, definir a frequência”, explica o educador físico Alexandre Giraldi. “A rotina de algo que você sente prazer será mais fácil de realizar várias vezes na semana e, possivelmente, poderá tornar-se um hábito de vida saudável”, completa.



Listamos abaixo alguns exercícios físicos, bem como o gasto em calorias em cada um deles, por minuto, em um valor aproximado. Confira!

Bicicleta (9km/h): 4,9
Basquete: 10,6
Caminhada (Plano): 6,1
Circuit Training: 14,2
Judô / Karatê: 15
Mergulho: 15,8
Musculação: 8,9
Musculação praticada em uma plataforma vibratória: 12,5
Natação: 13
Corrida (7’00”/Km): 16
Dança de salão: 3,9
Futebol: 10,7
Ginástica Aeróbica: 8,1
Ginástica Localizada: 5,6
Patinação: 6,4
Squash: 16,3
Step: 10,1
Tênis: 8,4
Tênis de mesa: 5,2
Voleibol: 3,8
Hidroginástica: 6,1

quinta-feira, 23 de junho de 2011

A malhação do futuro - Treinamento Funcional


Primeiro foi a explosão da aeróbica, seus pulos e suas indefectíveis polainas à Jane Fonda. Depois vieram a musculação e seus aparelhos pesados, a onda zen e suas aulas de ioga e meditação e a febre do Pilates, o método que conquistou o mundo com seus equipamentos mais suaves e a proposta de aumentar a consciência que temos sobre nosso corpo. Agora, se você quiser entender como será o fitness do futuro, esqueça tudo isso. Ou melhor, esqueça tudo isso visto assim, separadamente, com cada modalidade apresentando objetivos distintos e, na maioria dos casos, trabalhando o corpo como se ele fosse composto por partes que não se comunicam entre si. A nova malhação, que já está mudando a rotina das academias mais modernas do País, até utiliza um pouco de cada um dos métodos, mas, ao contrário do que se via até recentemente, os combina, não os separa. E os une de maneira precisa e harmônica, sem que nenhum se sobreponha ao outro.

Além disso, pela primeira vez, os exercícios estão movimentando regiões, músculos e outras estruturas do corpo jamais trabalhadas anteriormente – esforço feito com a ajuda de equipamentos criativos, desenhados para exigir mais, é verdade, mas também para ajudar no desenvolvimento de habilidades como equilíbrio e concentração. Tudo ao mesmo tempo. O objetivo final desse novo fitness é claro: garantir ao praticante um corpo saudável o suficiente para enfrentar sem tanto sofrimento os desafios do dia a dia e do envelhecimento. A maioria das principais academias do País começa a introduzir esses conceitos. 

De cara, percebe-se a diferença em relação às manjadas aulas em que todos fazem os mesmos movimentos, repetindo séries monótonas. Na aula de funcional, cada aluno percorre um circuito pontuado por aparelhos de nomes esquisitos, como o bosu, uma espécie de bola cortada ao meio, a medicine ball ou fitball, uma grande bola, pranchas, elásticos, minitrampolim, halteres e pequenas rampas que ajudam a desenvolver de forma mais eficiente habilidades exigidas na vida diária, como coordenação, equilíbrio e agilidade. Em cada um dos pontos o praticante é desafiado a ficar em posições diferentes. Pode tanto ser obrigado a mover os halteres enquanto se equilibra sobre o bosu ou enquanto fica sobre um pé só. “A proposta é treinar movimentos, e não apenas músculos, como acontece na ginástica tradicional”, explica a fisiologista Vera Madruga, do Laboratório de Fisiologia do Exercício da Universidade Estadual de Campinas.


De fato, isso é fundamental quando o que se quer do corpo é que, mesmo com o passar dos anos, ele continue apresentando capacidade de executar grandes e pequenos movimentos, mantendo sua funcionalidade. E o grande problema com o treino convencional é que ele não garante essa maleabilidade e tampouco fortalece músculos normalmente exigidos em atividades corriqueiras, como amarrar os sapatos.

Exercícios localizados, como a musculação, realizados sempre com alguma carga ou em aparelhos de resistência fixa, estimulam os músculos de maneira isolada. No modelo funcional, o mesmo treino pode ser realizado sobre a medicine ball, apresentando resultados mais completos. “A bola é uma superfície instável que exige a mobilização de um grupo maior de músculos responsáveis pela sustentação do corpo”, explica o professor de educação física Vilmar Villas, gerente técnico da Cia. Athletica. Essa é uma das razões pelas quais uma pessoa que faz a musculação tradicional, se ficar muito tempo de pé em uma fila de espera, provavelmente irá sentir um desconforto na região lombar. “Já aquela que faz treino funcional não sentirá o incômodo porque sua musculatura estará mais preparada para esse tipo de stress”, diz Villas.

Para os atletas, os exercícios funcionais têm essa amplitude global, mas se voltam mais especificamente para atender às necessidades de cada atividade. “Um dos objetivos é prevenir ou auxiliar na recuperação de lesões”, diz o fisiologista Guilherme Molina, professor da Universidade de Brasília.

A outra finalidade é aprimorar a performance. Foi com essa intenção que a cantora Syang, 40 anos, passou a fazer treino funcional duas vezes por semana.

“Melhorei meu rendimento e resistência”, conta ela, que pratica jiu-jítsu há cinco anos. Essa melhoria ocorre como consequência de um trabalho mais dirigido ao desenvolvimento de habilidades exigidas por cada modalidade.


DESEMPENHO Syang faz aula de exercício funcional e melhorou sua resistência.


No caso da corrida, por exemplo, o treino consiste em exercícios que asseguram fortalecimento e potência aos membros inferiores. A corredora de aventura Sabrina Gobbo, 32 anos, recorreu ao método para melhorar a resistência e superar o cansaço físico e mental durante as competições. “Hoje, me canso bem menos e produzo mais”, diz.

FÔLEGO! O treino funcional ajuda a corredora Sabrina (no centro) a cansar menos.


Porém, os bons resultados só são registrados quando há continuidade na prática e o aluno recebe a orientação correta. “É fundamental que o treino seja feito com regularidade”, alerta Marcos Maitrejean, professor de educação física e especialista em treino funcional. Além disso, o profissional deve ser muito bem preparado. “Feito de forma inadequada, o treinamento funcional pode lesar seriamente as articulações e comprometer os resultados”, diz o professor.

4 FRUTAS POWER

Estas delícias são repletas de vitaminas, minerais e outros nutrientes – tudo de bom para a saúde

Você gosta de frutas? Então, não deixe de colocar estas 4 delícias no seu cardápio do dia a dia. De acordo com o livro A Fantástica Dieta dos Sucos, da nutricionista Amanda Cross, elas são essenciais para a sua saúde. Confira!

Melão
Altamente nutritivo e diurético, funciona como desintoxicante e antibacteriano por conta do seu alto teor de potássio e de vitaminas A, C e do complexo B. Tem bastante água, por isso é um excelente reidratante.

Maçã
Com vitaminas do complexo B, C e E, potássio e fibras, é antioxidante, ajuda na digestão e ativa o sistema imunológico. A casca dá uma força e tanto para reduzir o colesterol do organismo devido ao alto teor de pectina.

Manga
É perfeita para recuperar a energia depois da malhação: tem betacaroteno, vitaminas C e do complexo B, ferro, fósforo, cálcio, potássio, magnésio e zinco.

Mamão papaia
A enzima papaína ajuda a quebrar as moléculas de proteína, o que melhora a digestão. Tem betacaroteno, que possui ação antioxidante, e vitamina C.

Aqui fica a dica... Agora combine essas frutas com sua dieta e dá-lhe energia extra...!!!

sábado, 14 de maio de 2011

ATIVAR COMBUSTIVEL EXTRA

 
Na bagunça do dia a dia que mistura trabalho, baladas, vida pessoal e academia, um suplemento pode, sim, ajudar você a se alimentar melhor e a conquistar mais benefícios na academia. Talvez seja a hora de você incluir um deles em sua dieta.
 
Cobranças do chefe, festas com as amigas, encontro com o namorado, pós-graduação nas noites de quinta, academia três vezes por semana... Pois é, às vezes só mesmo sendo uma mulher maravilha para conseguir comer dentro da proporção ideal de proteínas, gorduras e carboidratos — seja para manter o peso em dia, seja para tentar mudá-lo. Bem, os avanços científicos já pensaram nisso.

É aqui que entram os suplementos alimentares. "Se a pessoa faz mais do que só simplesmente viver, ela pode precisar de uma energia extra, que não é obtida pela alimentação", diz Paulo Correia, coordenador do Laboratório de Fisiologia da Universidade Federal de São Paulo (Unifesp) e consultor de WH. "Os suplementos podem garantir esse aporte maior."

Os especialistas sabem que eles são uma mão na roda para não apenas equilibrar sua alimentação como também para ajudar em algum objetivo muito especial. "Um suplemento consegue fornecer um nutriente específico, de forma isolada, no exato momento em que ele é necessário para turbinar um exercício", exemplifica Karina Kwasnicka, secretária executiva da Associação Brasileira das Empresas de Produtos Nutricionais (Abenturi). Você precisa da proteína do leite mas tem alergia a lactose? Há um produto indicado para você. Quer mais energia para aguentar aquele 1 km a mais no treino de corrida? Também entra na conta dos suplementos.

Mas é preciso entender que cada pessoa tem sua necessidade. "Uma mulher pode ter facilidade para ganhar músculos mas dificuldade para perder gordura ao mesmo tempo", diz a nutricionista Mariana Klopfer, da Consultoria Nutricius, em São Paulo. "Aí, pode não aproveitar bem o produto que a ajude a ganhar massa." Por isso, a orientação nutricional de um especialista é indispensável — inclusive para ter certeza da real necessidade de fazer a suplementação. "Algumas vezes, só ajustar a alimentação e levar o treino mais a sério basta para alcançar a meta", garante Paulo Correia.

Quem deve fazer essa orientação é o nutricionista — não o personal, que não tem formação específica na área; nem suas amigas, que muitas vezes nem receita de bolo acertam. Isso porque os suplementos funcionam de forma muito específica, e seu uso envolve alguns riscos. "Qualquer um precisa ter a consciência de que esse tipo de produto, tomado de forma errada, pode fazer mal — sobrecarregando os rins, por exemplo, ou até acumulando gordura", afirma Karina. Algumas vezes, o pacote traz coisas que nem se imagina. Um levantamento recente do Instituto Adolfo Lutz, em São Paulo, constatou que 25% das amostras de suplementos apreendidos pela polícia continham substâncias anabolizantes.

 

domingo, 20 de março de 2011

HIPERTENSÃO E EXERCÍCIO FÍSICO

Os efeitos saudáveis que o exercício pode ocasionar na pressão arterial.

A hipertensão arterial sistêmica (HAS) é uma doença crônica caracterizada pela manutenção de níveis pressóricos acima dos valores de 139mmHg para a pressão arterial sistólica (PAS) e acima dos valores de 89mmHg para a pressão arterial diástólica (PAD).

A pressão arterial (PA) é, geralmente, estabelecida como o produto do débito cardíaco pela resistência vascular periférica total, sendo influenciada pela força exercida do sangue contra as paredes das artérias, assim como pela resistência oferecida pelas mesmas ao fluxo sanguíneo. Segundo a Organização Mundial de Saúde (OMS), a pressão arterial é considerada ótima (< 120/80), normal (120-129/ 80-84), elevada (130-139/ 85-89); e hipertensão estágio um (140-159/ 90-99), estágio dois (160-179/ 100-109) e estágio três (> 180/110). Tanto sua fisiopatologia quanto seus sintomas ainda não são muito bem definidos e na maioria das vezes ela é assintomática. Geralmente ela decorre de fatores genéticos, da dieta com alta ingestão de sódio, da obesidade, do estresse, do sedentarismo ou combinação destes fatores. Alguns dos seus sintomas mais comuns são dores de cabeça, tonturas e náuseas.

Considerada um dos maiores problemas de saúde pública do mundo, devido tanto à sua elevada incidência e prevalência quanto aos graves problemas decorrentes da mesma. Além de contribuir fortemente para ocorrência de doenças cardiovasculares, a manutenção elevada dos níveis pressóricos por um longo prazo pode ter grave efeito deletério em órgãos-alvo como rins, cérebro, olhos e outros. 

No Brasil os dados evidenciam que entre 22% e 44% da população urbana adulta possui HAS, isto representa um alto custo social, uma vez que é responsável por cerca de 40% dos casos de aposentadoria precoce e absenteísmo no trabalho.

Diante dessa realidade e magnitude do problema, fica clara a necessidade de diferentes tipos de intervenção com o intuito de se prevenir e tratar, assim como ampliar e aperfeiçoar os métodos para diagnóstico e tratamento da hipertensão arterial. Seu tratamento envolve tanto a abordagem medicamentosa como também uma série de medidas complementares (não medicamentosas), sendo uma delas a prática de atividade física monitorada.

Segundo consensos internacionais o exercício físico regular reduz a pressão arterial, além de produzir benefícios adicionais, tais como a diminuição do peso corporal e atuar como coadjuvante no tratamento das dislipidemias, da resistência à insulina, do abandono do tabagismo e do controle do estresse. Contribui, ainda, para a redução do risco de indivíduos normotensos desenvolverem hipertensão.

Os programas de exercício físico que incluem exercícios aeróbios (cardiorrespiratórios) e resistidos ( sob orentação de um profissional ), não têm somente um papel na prevenção primária da HAS, mas também na diminuição aguda da pressão arterial.
Exercícios físicos, tais como caminhada, ciclismo, natação e corrida, realizados numa intensidade entre 50% e 70% da freqüência cardíaca, ou entre 50% e 70% do consumo máximo de oxigênio, com duração de 30 a 45 minutos, três a cinco vezes por semana, reduzem a pressão arterial de indivíduos hipertensos. Em contrapartida, exercícios físicos muito intensos, realizados acima de 80% da freqüência cardíaca, ou 80% acima do consumo máximo de oxigênio, têm pouco efeito sobre a pressão arterial de hipertensos.

Não é incomum se verificar uma queda de 5 a 7mmHg após uma sessão de exercício realizada por indivíduo com HAS. Se atribui a isso um fenômeno chamado hipotensão pós-exercício. Mecanismos fisiológicos naturais proporcionam uma vasodilatação da musculatura no momento em que ela é mais requisitada, ou seja, o volume do sistema circulatório aumenta e a pressão cai.

Com relação aos efeitos crônicos, há uma série de mecanismos que tentam justificar o efeito saudável do exercício sobre o controle da pressão arterial, dentre estes destacamos: adaptações neurais (redução da atividade simpática), redução do sistema renina-angiotensina (regulador renal da vasoconstrição e retenção de sódio), aumento da produção de óxido nítrico (vasodilatador) e até mesmo remodelamento e aumento da secção transversal de vasos.

Antes de iniciar um programa de atividade física o indivíduo hipertenso deve procurar um médico especialista e este deverá indicar um profissional da educação física para orientá-lo na prática de atividades físicas de acordo com sua patologia.

"A saúde é o resultado não só de nossos atos como também de nossos pensamentos". (Mahatma Gandhi)