sexta-feira, 23 de março de 2012
quarta-feira, 21 de março de 2012
Personal Trainer - Prescrição Aplicada a Gestantes
Em nossa civilização, durante muitos séculos, a mulher, origem do pecado, foi condenada a "dar a luz na dor".
Foi preciso muito tempo para vencer os princípios ancestrais a fim de chegar ao parto profilático, chamado "sem dor".
Os médicos se preocupam, em primeiro lugar, com a parturiente e tentaram melhorar seu conforto, preparando-a física e psiquicamente para o evento.
O método de preparação física tenta levar em conta todos estes elementos: conforto da mãe, e conseqüentemente, da criança, controle das diversas situações na relação triangular pai-mãe-filho.
A boa condição física e o controle da respiração constituem, para a mulher, condições de ter um parto fácil. A preparação física desenvolve harmoniosamente o corpo todo, torna os músculos elásticos e mantém a boa forma.
A sucessão de contração e relaxamentos musculares melhora a circulação sangüínea. Por outro lado o controle das apnéias, também são fatores importantes no controle de si.
Alterações metabólicas mais apresentadas no período gestancial:
A musculatura, impregnada de líquidos, tem seus ligamentos e tendões afrouxados, os quais se tornam incapazes de funcionar como sustentadores, aumentando o risco de lesões.
Os ossos estão bem mais frágeis e seus ligamentos mais frouxos, por isso, deve-se trabalhar com cargas reduzidas.
Recomendações do American College of Obstetrician and Ginicologist para exercícios no período gestacinal:
Gestantes que, apesar de apresentar algum sintoma diferenciado, têm a permissão médica para a prática da atividade física, sempre sobre controle médico e cuidados especiais do profissional.
placenta prévia;
quarta-feira, 23 de novembro de 2011
PLATAFORMAS VIBRATÓRIAS NA DOENÇA DE PARKINSON
A Plataforma Vibratória está a revolucionar o mundo do fitness e da reabilitição de pessoas com Doença de Parkinson pois permite obter bons resultados na melhoria da coordenação motora, na postura, no equilibrio, na deambulação e desenvoltura com que se movem na rigidez muscular e tremores.
A doença de Parkinson já conta com um longo historial enquanto doença no qual se sabe que afeta os neurônios responsáveis pela produção da dopamina e consequentemente manifestam-se por vários sintomas entre os quais: rigidez muscular, alterações do equilibrio e da capacidade em deambular são os mais frequentes.
Atualmente a doença de Parkinson pode ser minimizada recorrendo a medicamento e a fisioterapia. Nestes casos o doente deve manter uma vida ativa onde a atividade física seja uma constante.
No entanto surgem tempos em que devido ao avanço da doença, diminui a capacidade física de certas zonas do corpo com perda de força e diminuição da mobilidade articular.
Neste campo as plataformas vibratórias desde que usadas com supervisão e com exercícios específicos exercem um estímulo sobre os músculos levando a diminuição de alguns sintomas típicos da doença como a rigidez dos músculos e tremores involuntários.
Graças aos exercicios com as plataformas vibratórias é possivel exercitar apenas os membros inferiores sem sobrecarregar o resto do corpo.
A doença de Parkinson já conta com um longo historial enquanto doença no qual se sabe que afeta os neurônios responsáveis pela produção da dopamina e consequentemente manifestam-se por vários sintomas entre os quais: rigidez muscular, alterações do equilibrio e da capacidade em deambular são os mais frequentes.
Atualmente a doença de Parkinson pode ser minimizada recorrendo a medicamento e a fisioterapia. Nestes casos o doente deve manter uma vida ativa onde a atividade física seja uma constante.
No entanto surgem tempos em que devido ao avanço da doença, diminui a capacidade física de certas zonas do corpo com perda de força e diminuição da mobilidade articular.
Neste campo as plataformas vibratórias desde que usadas com supervisão e com exercícios específicos exercem um estímulo sobre os músculos levando a diminuição de alguns sintomas típicos da doença como a rigidez dos músculos e tremores involuntários.
Graças aos exercicios com as plataformas vibratórias é possivel exercitar apenas os membros inferiores sem sobrecarregar o resto do corpo.
quarta-feira, 21 de setembro de 2011
PLATAFORMAS VIBRATÓRIAS
Em Londrina, você encontra aulas na Plataforma Vibratória na Academia Gustavo Borges, localizada na Rua Julio Estrela Moreira, 860 ( Zerão ).
Não perca tempo! Marque sua aula experimental e venha conhecer esse novo método de condicionamento físico e definição muscular!
Venha Vibrar com a gente!!!
sexta-feira, 16 de setembro de 2011
Afinal, qual exercício que mais emagrece?
Toda atividade física queima mais calorias do que os níveis gastos em repouso, mas a quantidade de calorias depende da modalidade escolhida. Entretanto, para entender melhor como quantificar o gasto calórico nos exercícios, precisamos conhecer alguns fatores que têm influência direta neste processo. São eles: idade, sexo, nível de condicionamento físico (sedentário, moderadamente ativo ou intensamente ativo), peso corporal, tempo em cada sessão de exercício, intensidade na realização do exercício, temperatura ambiente, entre outros.
“Mais importante que determinar qual atividade física que gasta mais calorias, é escolher o exercício de sua preferência e quantas vezes irá praticar na semana, ou seja, definir a frequência”, explica o educador físico Alexandre Giraldi. “A rotina de algo que você sente prazer será mais fácil de realizar várias vezes na semana e, possivelmente, poderá tornar-se um hábito de vida saudável”, completa.
Listamos abaixo alguns exercícios físicos, bem como o gasto em calorias em cada um deles, por minuto, em um valor aproximado. Confira!
Bicicleta (9km/h): 4,9
Basquete: 10,6
Caminhada (Plano): 6,1
Circuit Training: 14,2
Judô / Karatê: 15
Mergulho: 15,8
Musculação: 8,9
Musculação praticada em uma plataforma vibratória: 12,5
Natação: 13
Corrida (7’00”/Km): 16
Dança de salão: 3,9
Futebol: 10,7
Ginástica Aeróbica: 8,1
Ginástica Localizada: 5,6
Patinação: 6,4
Squash: 16,3
Step: 10,1
Tênis: 8,4
Tênis de mesa: 5,2
Voleibol: 3,8
Hidroginástica: 6,1
quinta-feira, 23 de junho de 2011
A malhação do futuro - Treinamento Funcional
Primeiro foi a explosão da aeróbica, seus pulos e suas indefectíveis polainas à Jane Fonda. Depois vieram a musculação e seus aparelhos pesados, a onda zen e suas aulas de ioga e meditação e a febre do Pilates, o método que conquistou o mundo com seus equipamentos mais suaves e a proposta de aumentar a consciência que temos sobre nosso corpo. Agora, se você quiser entender como será o fitness do futuro, esqueça tudo isso. Ou melhor, esqueça tudo isso visto assim, separadamente, com cada modalidade apresentando objetivos distintos e, na maioria dos casos, trabalhando o corpo como se ele fosse composto por partes que não se comunicam entre si. A nova malhação, que já está mudando a rotina das academias mais modernas do País, até utiliza um pouco de cada um dos métodos, mas, ao contrário do que se via até recentemente, os combina, não os separa. E os une de maneira precisa e harmônica, sem que nenhum se sobreponha ao outro.
Além disso, pela primeira vez, os exercícios estão movimentando regiões, músculos e outras estruturas do corpo jamais trabalhadas anteriormente – esforço feito com a ajuda de equipamentos criativos, desenhados para exigir mais, é verdade, mas também para ajudar no desenvolvimento de habilidades como equilíbrio e concentração. Tudo ao mesmo tempo. O objetivo final desse novo fitness é claro: garantir ao praticante um corpo saudável o suficiente para enfrentar sem tanto sofrimento os desafios do dia a dia e do envelhecimento. A maioria das principais academias do País começa a introduzir esses conceitos.
De cara, percebe-se a diferença em relação às manjadas aulas em que todos fazem os mesmos movimentos, repetindo séries monótonas. Na aula de funcional, cada aluno percorre um circuito pontuado por aparelhos de nomes esquisitos, como o bosu, uma espécie de bola cortada ao meio, a medicine ball ou fitball, uma grande bola, pranchas, elásticos, minitrampolim, halteres e pequenas rampas que ajudam a desenvolver de forma mais eficiente habilidades exigidas na vida diária, como coordenação, equilíbrio e agilidade. Em cada um dos pontos o praticante é desafiado a ficar em posições diferentes. Pode tanto ser obrigado a mover os halteres enquanto se equilibra sobre o bosu ou enquanto fica sobre um pé só. “A proposta é treinar movimentos, e não apenas músculos, como acontece na ginástica tradicional”, explica a fisiologista Vera Madruga, do Laboratório de Fisiologia do Exercício da Universidade Estadual de Campinas.
De fato, isso é fundamental quando o que se quer do corpo é que, mesmo com o passar dos anos, ele continue apresentando capacidade de executar grandes e pequenos movimentos, mantendo sua funcionalidade. E o grande problema com o treino convencional é que ele não garante essa maleabilidade e tampouco fortalece músculos normalmente exigidos em atividades corriqueiras, como amarrar os sapatos.
Exercícios localizados, como a musculação, realizados sempre com alguma carga ou em aparelhos de resistência fixa, estimulam os músculos de maneira isolada. No modelo funcional, o mesmo treino pode ser realizado sobre a medicine ball, apresentando resultados mais completos. “A bola é uma superfície instável que exige a mobilização de um grupo maior de músculos responsáveis pela sustentação do corpo”, explica o professor de educação física Vilmar Villas, gerente técnico da Cia. Athletica. Essa é uma das razões pelas quais uma pessoa que faz a musculação tradicional, se ficar muito tempo de pé em uma fila de espera, provavelmente irá sentir um desconforto na região lombar. “Já aquela que faz treino funcional não sentirá o incômodo porque sua musculatura estará mais preparada para esse tipo de stress”, diz Villas.
Para os atletas, os exercícios funcionais têm essa amplitude global, mas se voltam mais especificamente para atender às necessidades de cada atividade. “Um dos objetivos é prevenir ou auxiliar na recuperação de lesões”, diz o fisiologista Guilherme Molina, professor da Universidade de Brasília.
A outra finalidade é aprimorar a performance. Foi com essa intenção que a cantora Syang, 40 anos, passou a fazer treino funcional duas vezes por semana.
“Melhorei meu rendimento e resistência”, conta ela, que pratica jiu-jítsu há cinco anos. Essa melhoria ocorre como consequência de um trabalho mais dirigido ao desenvolvimento de habilidades exigidas por cada modalidade.
DESEMPENHO Syang faz aula de exercício funcional e melhorou sua resistência.
No caso da corrida, por exemplo, o treino consiste em exercícios que asseguram fortalecimento e potência aos membros inferiores. A corredora de aventura Sabrina Gobbo, 32 anos, recorreu ao método para melhorar a resistência e superar o cansaço físico e mental durante as competições. “Hoje, me canso bem menos e produzo mais”, diz.
FÔLEGO! O treino funcional ajuda a corredora Sabrina (no centro) a cansar menos.
Porém, os bons resultados só são registrados quando há continuidade na prática e o aluno recebe a orientação correta. “É fundamental que o treino seja feito com regularidade”, alerta Marcos Maitrejean, professor de educação física e especialista em treino funcional. Além disso, o profissional deve ser muito bem preparado. “Feito de forma inadequada, o treinamento funcional pode lesar seriamente as articulações e comprometer os resultados”, diz o professor.
4 FRUTAS POWER
Estas delícias são repletas de vitaminas, minerais e outros nutrientes – tudo de bom para a saúde
Você gosta de frutas? Então, não deixe de colocar estas 4 delícias no seu cardápio do dia a dia. De acordo com o livro A Fantástica Dieta dos Sucos, da nutricionista Amanda Cross, elas são essenciais para a sua saúde. Confira!Melão
Altamente nutritivo e diurético, funciona como desintoxicante e antibacteriano por conta do seu alto teor de potássio e de vitaminas A, C e do complexo B. Tem bastante água, por isso é um excelente reidratante.
Maçã
Com vitaminas do complexo B, C e E, potássio e fibras, é antioxidante, ajuda na digestão e ativa o sistema imunológico. A casca dá uma força e tanto para reduzir o colesterol do organismo devido ao alto teor de pectina.
Manga
É perfeita para recuperar a energia depois da malhação: tem betacaroteno, vitaminas C e do complexo B, ferro, fósforo, cálcio, potássio, magnésio e zinco.
Mamão papaia
A enzima papaína ajuda a quebrar as moléculas de proteína, o que melhora a digestão. Tem betacaroteno, que possui ação antioxidante, e vitamina C.
Aqui fica a dica... Agora combine essas frutas com sua dieta e dá-lhe energia extra...!!!
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